Comportamento como fator decisivo para uma retomada ou retrocesso frente à Covid-19

São Paulo/SP 1/9/2020 – “Estamos mantendo o mesmo cuidado, até que a vacina esteja disponível” – José de Moura Teixeira Lopes Junior

O comportamento como fator fundamental para contenção da Covid-19 e as impressões do empresário José de Moura Teixeira Lopes Junior.

O mundo inteiro se encontra em meio a uma grande incógnita, situações divergentes, momentos distintos, mas algo em comum, a incerteza e o medo, frente ao grande desafio que tem se mostrado o Coronavírus; enquanto a corrida pela vacina não chega ao fim, o fator decisivo para contenção da pandemia e controle da doença é o comportamento das pessoas.

Especificamente no Brasil, país com dimensões continentais, regiões com culturas tão diversas, desigualdades sociais, o desafio se mostra ainda maior, a pergunta a ser feita é, como conscientizar uma população de 220 milhões de pessoas, envolta em medo, dúvidas, incertezas e ainda por cima, com a quantidade de fake news circulantes.

A percepção de riscos varia de indivíduo para indivíduo e sofre interferências externas, daí a importância de discursos ressonantes e ações coordenadas em diversas esferas, coordenando essa interferência de maneira positiva, uma vez que o poder do estado e as atitudes e exemplos dados por governantes e autoridades formem a primeira onda de interferência externa no comportamental humano; também são responsáveis pela implementação de políticas públicas, fundamentais para a primeira onda de contenção da pandemia.

Outra interferência importante é o nível e o acesso à informação, assim como as mídias sociais têm papel fundamental na difusão de notícias de forma rápida, também são grandes difusoras de notícias falsas, essa desinformação pode levar do medo ao excesso de confiança, ambos prejudiciais para o enfrentamento do maior desafio sanitário dos últimos tempos.

O meio que se vive também tem extrema importância na conscientização e propagação de costumes, são os familiares, amigos, pessoas de convivência próxima que formam o que hoje é conhecida como bolha; pessoas com hábitos cautelosos procuram manter à sua volta pares com os mesmos hábitos e cuidados, por entenderem a gravidade da doença e compartilharem do mesmo medo de contágio e propagação, por outro lado, indivíduos com comportamentos tidos como irresponsáveis por colocarem em risco outras pessoas, além da própria saúde, são muitas vezes motivados por sentimentos como “a mim essa doença não pega ou se pegar, nada há de acontecer”.

O empresário José de Moura Teixeira Lopes Junior comenta que “independentemente dos números estarem se estabilizando e mesmo o decréscimo no número de contágios e vítimas, estamos mantendo o mesmo cuidado, até que a vacina esteja disponível”, para Moura Junior, “a diminuição que os números vêm apresentando, não os torna aceitáveis a ponto de colocar minha família, amigos ou qualquer outra pessoa em risco”. Mourinha, como é conhecido, vive com a família em São Paulo e possui negócios no norte do país, a pandemia fez que com o empresário cessasse em um primeiro momento suas viagens de negócios e reduzisse a níveis mínimos na atual fase, conhecida como platô da pandemia.

Não obstante, o fator individual, como o nível de conhecimento e informação, o fator socioeducacional, é de extrema relevância no que diz respeito ao discernimento e o tratamento dado às fontes de informações oficiais e confiáveis, funcionam também como propagadores de conhecimento e buscam na prática meios para protegerem e informarem os que estão à sua volta.

Equipe Dino