Os cuidados dos pets no isolamento social

O isolamento social já dura mais de 100 dias alterou não só a rotina, mas o emocional das pessoas pelo fato de não realizarem atividades como era antes pandemia e também dos nossos queridos pets.

Atualmente muitos profissionais estão trabalhando em home office e isso mudou todo o esquema não só da família, mas também do animal de estimação, que passou a conviver mais tempo com seus donos. Se para nós a situação é difícil, imagine para os pets que estão acostumados a brincar e passear pelas ruas e não compreendem o que estamos vivendo.

A veterinária Dra. Renata Neme, nos disse que para amenizar um pouco essa mudança é preciso tentar manter a rotina do animal o mais próximo possível do que era antes, ou seja, com horário para alimentação, passeios, claro que com menor frequência e menos tempo. 

arquivo pessoal

Brincadeiras com o pet enriquecem o ambiente, mas é bom lembrar que é muito importante que esses animais tenham o tempo deles. Saibamos dosar para que quando tudo voltar ao normal, ele não estranhe tanto a ausência dos donos.

Vale ressaltar que caso haja sinais como exemplo agressividade, automutilação, ausência de apetite e até mesmo falta de interesse em interagir ou o animal começar a pedir atenção com maior frequência, podem ser indícios de que algo não está bem e é necessário saber reconhecer e identificar o que ele deseja. Em alguns casos, os pets podem desenvolver ansiedade e até mesmo depressão.

Após a identificação da necessidade do pet e se ele continuar apresentando alterações no comportamento, a indicação é levá-lo a um veterinário, o único profissional capaz de saber se esses distúrbios são por conta da rotina diferente ou se existe algum outro problema.

Artigo de

Rita Lutfi